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11 carros -e uma moto- de mesmo nome, mas muito diferentes

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Algumas pessoas colocam emblemas vermelhos da Honda em seus Civic. Outras colocam emblemas da Holden em seus Chevrolet, outras usam logos da Porsche em seus Fusca e até o Cavallino Rampante da Ferrari em Fiat. Sempre um degrau acima, ou você acha que alguém perderia tempo colocando emblema de Hyundai em seu Mercedes-Benz?

por Ricardo Caruso

O que há em um nome? Muita coisa, quando se trata de carros. É por isso que as montadoras investem bastante energia, tempo e dinheiro para dar aos seus veículos o nome perfeito, ou quse isso. E às vezes elas criam nomes muito bons, mas nem sempre originais.

Diversas montadoras não apenas reciclam nomes que elas mesmas já usaram (como Chevrolet Blazer, ou Mitsubishi Eclipse, ou VW Voyage), mas também tomam “emprestado” nomes que foram usados ​​antes por outras marcas. Às vezes é uma simples coincidência, às vezes é uma espécie de homenagem, e às vezes é apropriação pura e simples. Adotam na “mão grande” e pronto. O Opala Diplomata, por exemplo, lançado em 1980 e em linha até 1982, teve batismo inspirado no Opel Diplomat (1964 a 1977), mas também inspirou um Dodge, o Diplomat, de 1977 a 1989… E assim vai.

A questão é: quando dois carros usam o mesmo nome, qual deles merece mais destaque? Percorra as histórias a seguir para ver 11 casos notáveis ​​de automóveis -e uma moto- de diferentes fabricantes, até mesmo de épocas distintas, que ostentaram o mesmo nome. Decida você mesmo qual deles ficou melhor.

Ferrari 250 GTO: estilo de uma beleza comovente e desempenho comprovado em corridas. É o carro mais caro já leiloado.

Se existe um caso de plágio que se destaca acima de todos os outros, certamente é o GTO, uma sigla famosa por ter sido usada tanto pela Ferrari quanto pela Pontiac. As letrinhas significam Gran Turismo Omologato (Grand Turismo Homologado, em inglês), e a Ferrari foi a primeira a usar, no icônico 250 GTO de 1962, um dos clássicos mais cobiçados e valorizados por colecionadores, com valores que chegam às dezenas de milhões de dólares.

Apenas dois anos depois, em 1964, do outro lado do Atlântico a GM estampou o mesmo nome no Pontiac, em um de seus muscle cars mais famosos, produzindo mais três versões ao longo das décadas de 1960 e 1970 (e outra após a virada do milênio). Embora a Pontiac não exista mais, a Ferrari usou o nome mais duas vezes desde sua criação: na década de 1980, no 288, e novamente em 2011, para uma versão ainda mais radical do 599 GTB Fiorano. Não surpreenderia vê-lo em uso novamente algum dia.

Pontiac GTO: oficialmente o primeiro muscle car, com seu generoso motor big block. Ainda um dos modelos mais lembrados da marca que a GM matou e um dos carros mais incríveis que Detroit já produziu.

A GM compartilhou outro nome com a marca italiana nas décadas de 1970 e 1980, quando tanto a Chevrolet quanto sua concorrente alemã, a Opel, fabricaram carros com o nome do itaiano autódromo de Monza — assim como a Ferrari fizera na década de 1950 com o Monza 1954-1955. A GM gostou tanto desse nome que teve o Opel Monza, o Chevrolet Monza (derivado do Opel Ascona) e o Chevrolet Monza americano, mais uma versão do Corvair.

De cima para baixo, Opel Monza, Chevrolet Monza (Brasil) e Chevrolet Monza (Estados Unidos).

Enquanto o Ferrari 750 (e depois 850) era um carro de corrida arredondado e com cockpit aberto, o Chevrolet estadunidense (assim como o Opel) tinha um formato decididamente mais quadradão e era oferecido em diversas versões de carroceria, com motores grandes e compactos de quatro cilindros.

O conceito Opel/Vauxhall Monza de 2013.
O Chevrolet Monza 2020 vendido na China;

Hoje, décadas depois, em 2020 a Chevrolet vendeu um sedã Monza na China; a Opel (hoje separada da GM e no Grupo Stellantis) em 2013 cogitou produzir um novo Monza; e a Ferrari vende esportivos Monza SP1 e SP2 de 12 cilindros baseados no 812 Superfast para clientes com bolsos genrosos e algum senso de nostalgia.

No alto, o Ferrari Monza 750 (1954 a 1955) e, acima, o Ferrari Monza SP2 2021

Hoje Chrysler e Maserati, acredite, são marcas “irmãs” dentro do Grupo Stellantis. Mas muito antes da fusão ítalo-americana, tanto a Chrysler quanto a Maserati batizaram seus carros com nome de autódromo -Sebring- em homenagem à corrida de resistência que ali acontecia desde a década de 1950.

O Maserati Sebring foi fabricado entre 1962 e 1968 para o mercado americano, baseado no 3500GT e ostentando uma carroceria curvilínea assinada por Giovanni Michelotti, da Carrozzeria Vignale. Uma sucessão de motores de seis cilindros em linha de grande cilindrad,a forneceu a energia necessária para este elegante e musculoso GT.

Em comparação, os modelos da Chrysler eram mais discretos. Entre 1995 e 2010, a montadora de Auburn Hills produziu três gerações de cupês, conversíveis e sedãs sob o nome Sebring, com motores de quatro cilindros em linha e seis cilindros em “V”. Mas, embora o modelo irmão do Dodge Stratus tenha sido, sem dúvida, um sucesso comercial maior, não há dúvidas sobre qual deles representou melhor o nome neste caso.

Maserati Sebring GT, italiano, projetado para o mercado estadunidense e batizado em homenagem à vitória da Maserati na “12 Horas de Sebring” de 1957. O desenho de Michelotti continua sendo um dos melhores da Maserati até hoje.

Chrysler Sebring: o modelo de tamanho médio antecedeu o já descontinuado 200. Foram oferecidos modelos sedã, cupê e conversível. A plataforma JS da terceira geração ainda serviu de base para o Dodge Journey de 2008 a 2020.

Embora a maioria dos carros desta lista que compartilham o mesmo nome tenham competido em segmentos diferentes em épocas distintas, o Nissan GT-R e o Mercedes-AMG GT R são concorrentes quase diretos na atualidade. Ambos são cupês de alto desempenho com motor dianteiro e duas portas, quase um supercarro, e são os modelos topo de linha de suas respectivas montadoras, com preços na faixa dos seis dígitos de dólares. Mas a maneira como entregam seus desempenhos -impressionantes- é bem diferente.

Enquanto o Mercedes é como uma ferramenta refinada, uma convite à condução precisa, o Nissan seria uma marreta de borracheiro. E embora ambos utilizem turbocompressores duplos e embreagens duplas, com motores de 3.8 e 4.0 litros, o V8 do Mercedes GT-R impulsiona as rodas traseiras, enquanto o V6 do Nissan GT-R distribui sua força para as quatro rodas. Mesmo assim, se alguém disser que dirige um esportivo importado de mais de R$ 500 ou 600 mil chamado “GTR”, temos que perguntar: qual deles?

O Nissan GT-R (geração R35) foi lançado oficialmente no Japão em 6 de dezembro de 2007. Nos anos seguintes, chegou a outros mercados, como Estados Unidos, Canadá e Portugal. No Brasil, começou a ser importado oficialmente pela marca a partir de 2016. Sua produção chegou ao fim em agosto de 2025

O superesportivo Mercedes-AMG GT R foi apresentado ao mundo em junho de 2016 e chegou ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2017 em poucas unidades. Apelidado de “Besta do Inferno Verde” devido aos seus furiosos testes no circuito de Nürburgring, o modelo se destacou pelo motor V8 biturbo de 585 cv.

Apelidado de “Godzilla”, o Nissan GT-R chegou primeiro que o Mercedes. Verdadeiro “matador” de supercarros
Mercedes-AMG GT R, versão topo de linha do carro esportivo emblemático da Mercedes-Benz.

Tanto a Fiat quanto a Ford, em tempos recentes, venderam carros chamados 500 — a Fiat identificados em números, a Ford por extenso. O italiano 500 (“cinquecento”, como é conhecido em seu idioma original) relançado é o pequeno hatch retrô que recolocou a Fiat no mercado norte-americano e faz muita gente suspirar, enquanto o modelo de Dearborn, o Five Hundred (500, só que em inglês) era um sedã de grande porte que por pouco tempo (2004 a 2007) substituiu o Taurus na linha Ford, pelo menos até aquele ser atualizado e retornar ao nome mais imponente em sua quarta geração.

Apesar da curta duração da designação Five Hundred para a Ford, o modelo vendeu mais nos Estados Unios do que o Fiat 500, mesmo considerando o 500L e o SUV 500; por conta do tamanho, até hoje as vendas do simpático 500 seguem fracas no mercado estadunidense. Fora de lá, a história é bem diferente, e o pequeno Fiat continua sendo um sucesso de vendas.

Fiat 500: o charmoso hatch retrô levou a Fiat de volta aos Estados Unidos em 2007. Teve modelos e versões cabriolet,
elétrica e Abarth disponíveis. As vendas fracas motivaram sua saída daquele mercado por conta do tamanho reduzido.

Ford Five Hundred: o sedã de grande porte e vida curta, substituiu brevemente o Taurus. Ainda assim, vendeu mais que o Fiat homônimo. Compartilhava a mesma plataforma com o Mercury Montego, o Lincoln MKS e o SUV Ford Freestyle.

Century é um nome tradicional dentro da Buick, divisão da General Motors. Batizou modelos da marca entre 1936 e 1942, 1954 e 1958 e 1973 e 2005, em seis gerações. Por isso, os norte-americanos conhecem o nome Century como pertencente a uma linha de carros da Buick, marca que fabricou sedãs com essa designação por 90 anos. Mas não é o único sedã a usar esse nome.

Buick Century: foi o precursor do Regal, que saiu de linha na América do Norte em 2020.

Do outro lado do Pacífico, a Toyota produz limusines com o mesmo nome. O modelo mais próximo que o Japão tem de um Rolls-Royce local, é o Toyota Century, que supera em luxo até mesmo os Lexus mais caros. Lançado em 1967, chegou recentemente -em 2018- à terceira geração, com seu motor V12 dando lugar a um V8 híbrido.

Enquanto a Buick antigamente produzia centenas de sedãs Century por dia, a Toyota fabrica apenas cerca de 50 de seus Century por mês, para a realeza, CEOs e magnatas da indústria. Akio Toyoda possui um (especialmente modificado pela Gazoo Racing), e o Imperador Naruhito foi conduzido em outro (convertido em carro aberto para desfiles) usado na sua coroação em maio de 2019. Recentemente a linha Century ganhou a companhia de um também ultra-luxuoso SUV.

Toyota Century Limousine, exclusivo para o mercado interno japonês, superior a qualquer Lexus. Emblema da Toyota, luxo da Rolls-Royce e até um SUV (abaixo), feito para imperadores, executivos e ricaços da região.

Para nós, meros mortais brasileiros, LS é uma antiga sigla que identificava carros como “Luxo Super”, mas é também o nome do sedã mais luxuoso fabricado pela Toyota Motor Corporation (o Century que falamos antes é outra coisa, uma limusine), que leva a marca Lexus. Foi lançado em 1989 e está em sua quinta geração. E a Lincoln -marca de luxo da Ford- também fabricou um LS, entre 2000 e 2006. O precursor do atual Lincoln MKZ ficava um degrau abaixo de seu homônimo japonês na hierarquia dos sedãs de luxo e, assim como o Lexus, era oferecido com motores V6 e V8.

Embora o Lincoln tenha superado o Lexus em vendas nos Estados Unidos por uma margem considerável durante os anos em que ambos foram produzidos simultaneamente, o Lexus —agora em sua quinta geração ao longo de três décadas— tem sido um sucesso muito maior para a Toyota do que o Lincoln foi em sua única geração -que durou seis anos- para a Ford. E o Lexus LS continua firme e forte, mesmo com a crescente popularidade de SUVs em relação aos sedãs convencionais.

Em resumo, sedãs médio-grandes como esses são sinônimo de luxo. E, só nesse critério, o Lexus grande já supera o antigo Lincoln de porte médio.

Lincoln LS: Sedã de luxo com tração traseira e motor V8 disponível. Compartilhava plataforma e motores com os Jaguar e o retrô Thunderbird da Ford. Na foto, um exemplar de 2006, substituído pelo Zephyr/MKZ, que saiu de linha em 2020 e era uma espécie de Taurus de luxo.
Lexus LS500h: Oosedã topo de linha da Toyota (fora do Japão) está disponível nas versões híbrida e com tração integral. Chegou ao Brasil em 2019, por quase R$ 800 mil. Não é mais comercializado aqui.

As letrinhas SL pertencem a uma série de memoráveis conversíveis que a Mercedes-Benz produz desde 1954. Mas elas também foram usadas por uma linha de sedãs fabricados entre 1990 e 2002, em duas gerações, pela Saturn, outra marca da GM hoje extinta. E, neste caso, é fácil perceber qual delas levou a melhor…

Enquanto o Mercedes SL se manteve no topo da linha da montadora alemã ao longo de sete gerações, todas de longa duração, o Saturn SL foi uma série de sedãs compactos totalmente sem brilho, produzida por cerca de 12 anos em apenas duas gerações.

A única característica interessantedo Saturn era a sua carroceria, de polímero resistente a amassados leves, recurso aplicado entre outros nas minivan Lumina e no Corvette, entre outros, mas o sedã econômico para o mercado de massa superou o Mercedes-Benz de dois lugares, decididamente mais sofisticado, nas vendas. Afinal, o abismo de preços entre eles era colossal. A Mercedes teria que ter vendido 100 vezes mais unidades do seu SL do que vendeu nos Estados Unidos a cada ano para igualar o número de vendas da Saturn em seu auge.

Mercedes-Benz SL 680 2026: sem comentários.

Saturn SL: outro “carro de plástico” da GM. Simpático, motor 1.9, produção em ritmo japonês e vendedores amigáveis, mas que não negociavam preços.

Quando uma montadora designa seus modelos com combinações de letras e/ou números, é inevitável que as mesmas combinações apareçam mais de uma vez na história do automóvel, como aconteceu com a Cadillac e a Mercedes-Benz. Mas, embora ambos fossem automóveis de luxo com motores V8, o SLS produzido pela Cadillac era um carro completamente diferente daquele fabricado pela Mercedes-Benz.

De um lado, um verdadeiro supercarro com sotaque alemão, portas no estilo “asa de gaivota” e 622 cv de potência. No outro, o Seville Luxury Sedan (SLS), que oferecia menos da metade dessa potência e compartilhava a mesma plataforma de tração dianteira com o Pontiac Bonneville e o Buick LeSabre.

Não que tenhamos algo contra os grandes sedãs de luxo americanos, muito pelo contrário. Mas o Seville estava muito longe dos carros de classe mundial que a Cadillac fabrica hoje, ou do primeiro modelo independente da AMG, que continua tendo um dos melhores desempenhos num carro que ostenta a estrela de três pontas.

Cadillac Seville Luxury Sedan: motor Northstar V8, tração dianteira. Na verdade, a General Motors utilizou a designação SLS para os seguintes veículos: a primeira geração do Cadillac STS produzida na China de 2006 a 2013; a quarta geração do Cadillac Seville , produzida de 1992 a 1997 e a quinta geração do Cadillac Seville, produzida de 1998 a 2004. Na foto, o modelo de 2006.
Mercedes-Benz SLS AMG: O primeiro modelo independente da AMG, fabricado de 2010 a 2014. Reviveram as portas “asa de gaivota” do clássico 300SL dos anos 1950 .

Nada mais gritante do que a diferença entre os California fabricados pela Ferrari e pela Volkswagen. São produtos diametralmente opostos. O clássico esportivo foi imortalizado pelo conversível em “Curtindo a Vida Adoidado“, e Maranello trouxe o nome de volta entre 2008 e 2017 para seu primeiro conversível com motor V8 dianteiro (no qual o Portofino era baseado).

A Volkswagen, por sua vez, aplicou o nome à versão camper de uma van que nem sequer vende na California (ou em qualquer outro lugar dos Estados Unidos). Claro que também não se encontra uma Renault Alaskan no Alasca, e ficaríamos surpresos se encontrássemos um Buick Riviera ou um Dodge Monaco na Côte d’Azur, com a mesma faclidade que encontramos VWBrasilia em Brasilia, VW Parati em Parati ou Chevrolet Marajó na ilha de mesmo nome.

Mas, no que diz respeito a carros adequados ao local que lhes dá nome, a Ferrari é claramente a vencedora. Porque, embora não nos importássemos em dormir num confortável VW estacionado na Pacific Coast Highway, preferimos acelerar por essa bela costa da California um carro que ostenta o “Cavallino Rampante”. Enquantto a Chips permitir…

Ferrari 250GT California Spider: no alto, um dos conversíveis mais elegantes de Maranello. Vale dezenas de milhões de dólares. Um exemplar de 1961 foi a verdadeira estrela de “Curtindo a Vida Adoidado”. Acima, a mais recente Ferrari California, que saiu de linha em 2017.

Volkswagen Califórnia: versão quaase motor home do VW Transporter. Tem tudo, inclusive uma pia de cozinha. Na verdade, não está disponível na California.

O nome Amazon foi usado pela Volvo e pela Volkswagen, Amazona pela Chevrolet e Amazonas pela marca brasileira de motos AME (Amazonas Motocicletas Especiais).

O Chevrolet Amazona nacional era uma wagon de grande porte (hoje seria rotulada de SUV) lançada em 1959 e derivada da picape Chevrolet Brasil 3100. Podia transportar até oito passageiros (em três fileiras de bancos) ou carregar 650 kg de carga. Era equipada com o clássico motor GM de seis cilindros e foi a precursora da Chevrolet Veraneio. Saiu de linha em 1963

A moto Amazonas (oficialmente Amazonas Motocicletas Especiais – AME) foi uma fabricante brasileira fundada na década de 1970. Famosa por ser uma das maiores e mais pesadas motos do mundo, destacava-se por utilizar o motor arrefecido a ar de 1600 cm3 e câmbio de quatro velocidades (mais ré) da Volkswagen (primeiro de Brasília e depois de Gol “a ar” e foi produzida entre 1978 e 1988.

O Amazon foi um carro de porte médio fabricado pela Volvo Cars de 1956 a 1970. Foi apresentado nos Estados Unidos com a identificação 122S ,no Salão de Nova Iorque de 1959. Quando introduzido, o carro foi batizado de Amason (com “s” mesmo), que remete às guerreiras da mitologia grega, as Amazonas. O fabricante alemão de motocicletas Kreidler já havia registrado o nome, e as duas empresas concordaram que a Volvo só poderia usar esse nome no seu mercado interno (ou seja, na Suécia), modificando a grafia para Amazon.

VW Amazon era o conhecido Voyage brasileiro, aquele sedã compacto derivado do VW Gol. O Amazon foi exportado a partir de 1983 para mercados como Europa (Reino Unido inclusive) e Chile com esse nome. Tinha as versões standard, LS e GLS e era equipada na época com motores 1.6.


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